Produção textual mês de novembro.

 

Carta para Flint:

Oi, Flint!

Eu não sei bem como começar essa carta, mas vou tentar. Eu realmente admiro muito você! Desde que comecei a ler Últimos Jovens da Terra, você tem sido uma das minhas maiores inspirações. Eu imagino que, se fosse eu no seu lugar, eu provavelmente ficaria morrendo de medo o tempo todo. Mas você não! Mesmo com esse apocalipse cheio de monstros e um monte de coisas horríveis acontecendo, você consegue ser tão corajoso e até engraçado. Acho que é isso que mais me impressiona em você: a forma como você encara o caos e ainda encontra tempo para viver a vida de um jeito que parece... legal, sabe?

O jeito como você e seus amigos sempre dão um jeito de se divertir e fazer coisas juntos, mesmo quando tudo ao redor está uma bagunça, me fez pensar muito sobre a importância da amizade. Acho que às vezes a gente esquece de dar valor às coisas simples, como uma boa risada ou estar com as pessoas que a gente gosta. E você me mostrou que, mesmo em tempos difíceis, essas coisas fazem a diferença.

Eu também fico pensando: como você consegue ser tão forte e criativo o tempo todo? Eu sei que tem muitos momentos em que você fica com medo, e isso é normal, mas você sempre dá um jeito de se superar e seguir em frente. Eu sou meio que assim também, às vezes, mas tem dias em que as coisas parecem tão difíceis que eu fico sem saber o que fazer. Acho que eu queria saber de você como é que consegue manter essa cabeça firme, mesmo com tudo o que aconteceu.

Se eu tivesse a chance de te perguntar alguma coisa, eu diria: o que te faz continuar lutando, mesmo quando tudo parece perdido? O que te dá coragem para enfrentar os monstros, e até os monstros dentro da gente? Porque, no fim das contas, você não é só corajoso contra as criaturas. Você também é contra tudo o que pode fazer a gente se sentir fraco, e isso é muito admirável.

Eu só queria te agradecer, Flint. Você me fez perceber que a gente pode enfrentar qualquer coisa, desde que tenha os amigos ao lado, e que, mesmo em um mundo sem esperança, sempre há espaço para momentos de alegria. Isso é algo que vou levar comigo para sempre.

Assinado,
[Samuel Scoz]


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